“E Jesus, voltando-se e vendo que o seguiam, disse-lhes: Que buscais? Disseram-lhe Rabi (que quer dizer Mestre) onde assistes” João, cap 1v 38

A pergunta que Jesus endereçou a André e a João Evangelista, que naquele instante, representavam a humanidade sem rumo, equivale a esta outra: Qual é o seu objectivo de vida?

Porventura, já teremos indagado de nós o que buscamos na vida? Quais, em suma as nossas aspirações? Afinal, o que pretendemos?

Ninguém logra viver com proveito sem perseguir um ideal de ordem superior.

O egoísmo é causa de inúmeras moléstias da alma.

Sendo filho de Deus, portador da genética divina, o homem que não se doa contraria a própria natureza.

Não há quem esteja na Terra apenas para satisfazer-se e, não raro, satisfazer-se ocasionando lesões afectivas a outrem.

A verdadeira felicidade não se alicerça na exploração dos sentimentos alheios.

Sem o mínimo de desapego, nada haveremos de conquistar que realmente valha alguma coisa.

Que o homem derrame quantas lágrimas quiser, mas não faça ninguém chorar!

Um dos maiores carmas que podemos arranjar para nós mesmos será procurar colher onde não vertemos uma só gota de suor digno.

A angústia de muita gente sem causa orgânica ou psicológica de fácil diagnóstico tem sua origem na exploração desmedida a que submete o património da vida sem nada lhe dar em troca.

Fonte – Saude Mental – À Luz do Evangelho (psicografia Carlos A. Baccelli – espirito Inacio Ferreira)

Postado por Ana Maria Teodoro Massuci, em 27/12/18, na Rede Espirit Book.

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