Um copinho ali, um copinho aqui, Divaldo Franco inclusive, dentro de todos esses seus anos estudando e vivenciando a doutrina, já nos disse que beber alguns copinhos mínimos, não faz mal, o que prejudica mesmo é o exagero, é a diferença que acontece de alguém que bebe 3 copos e se sente satisfeito e de alguém que bebe 3 garrafas e insiste em querer mais, a falta do controle é o grande prejuízo.
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Quando um alcoólatra desencarna, devido o vício que ainda ele irá levar em sua consciência, sentirá a necessidade de continuar a vim sentir os prazeres do álcool, é aí onde eles irão atrás de suas canecas humanas, pessoas que possuem seus costumes, mesmo aqueles que são bebem nos finais de semanas, para sugar toda a energia que é liberada após a ingestão do álcool, para que assim ele possa se sentir vivo, como se estivesse ingerindo o álcool no modo físico.
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Durante a embriaguez alguns de nossos sentidos ficam inibidos, e é aí que mora o perigo, porque são nesses momentos que obsessores se aproveitam daqueles que se encontram nesse estado, para induzi-los a cometer algo perigoso e sério. Alguns ficam alegres demais, dançam muito, se soltam, conversam com mais facilidade, e para alguns isso é ótimo, mas para aquele espírito que está obsidiando, as intenções são outras. É a vergonha que o embriagado está passando, é as verdades que o embriagado agora está soltando, é os sentidos agressivos causando futuras brigas, e em casos mais graves, a morte em acidentes gerais. Devemos ficar bastante atentos quanto aos nossos limites, nossa mente sabe até quando pode nos controlar, mas quando passamos do nosso limite, ficamos ao léu, sem proteção pessoal e muito menos espiritual, nossa energia modifica tanto, que mentores e espíritos de luzes não conseguem se aproximar. O controle é a base de todos seus limites, conheçam os seus!

Postado por Ana Maria Teodoro Massuci, em 09/05/19, na Rede Espirit Book.