Recebi uma mensagem pelo WhatSapp que dizia mais ou menos o seguinte:

Paredes de Hospitais já ouviram preces mais honestas do que igrejas.

Já viram despedidas e beijos mais sinceros que aeroportos.

É fato: a dor e o desespero nos tornam mais humanos e cientes de nossas limitações.

Não enxergamos outra saída senão recorrermos a um Ser Supremo. Aquele que nos deu a vida se torna o Único com o poder de nos salvar.

E as pessoas capazes de nos ajudar são enviadas por Ele, são Seus representantes junto de nós.

É no Hospital que vemos um homofóbico ser salvo por um médico gay.

Uma médica fria e que teve tudo fácil na vida, salvando a vida de um mendigo.

É lá também que vemos na UTI um enfermeiro judeu cuidando de um racista.

Na mesma enfermaria é possível encontrar o policial e o criminoso recebendo os mesmos cuidados.

No hospital vemos um rico aguardando um transplante de um pobre desconhecido, muitas vezes esquecido e desprezado por ele.

Nessas horas o Hospital toca na ferida das pessoas, expondo a fragilidade humana.

Universos que se cruzam em um propósito Divino.

E nessa comunhão de destinos nos damos conta de que sozinhos não somos ninguém.

A verdade absoluta das pessoas, na maioria das vezes, só aparece no momento da dor ou na ameaça da perda.

Fernando Rossit

-com base numa mensagem de autor desconhecido

Postado por Patrizia Gardona, em 01/06/20, na Rede Espirit Book