Não há assunto mais importante hoje do que o combate ao “zika vírus”, que já mobilizou gente da comunidade científica e causa repercussões e preocupações mundiais.

                Subestimado a princípio, já é responsável, oficialmente, por três mortes no Brasil. Mas, o pior a analisar neste caso, tem aspecto de antificção científica: o vírus provoca mutações genéticas em fetos e altera o tamanho do crânio dos bébés humanos. Mexe com a posteridade e com o futuro da raça.

                O assunto, que já é explosivo, ganha temperatura ainda mais alta com a discussão da possibilidade de se interromper a gravidez de uma gestante portadora do vírus. Mexe-se, assim, com a questão religiosa, visceralmente contrária à ideia, e com a liberdade de a mulher decidir sobre o futuro do seu corpo e o nascimento, ou não, de seus filhos.

                Ao mesmo tempo, vemos que o Brasil e Estados Unidos se mobilizam e se alinham para a produção de uma vacina específica contra o “zika vírus”.

                Ainda há muitas perguntas a responder: será apenas um tipo ou terá outros subtipos, como no caso da dengue? Com tantos complicadores, não é de surpreender que a corrida contra a epidemia, ou surto, esbarre ainda na necessidade de baratear testes para detectar a doença. E com a dramática falta de aparelhamento na nossa rede pública de saúde. É, precisamos mesmo de muita sorte, além de vontade política e trabalho, neste 2016.

Editorial “Jornal A Cidade”
Ribeirão Preto, 12/02/16

 

 

Nosso comentário: Desconheço o autor do texto, mas, por favor, procure informar-se antes de escrever o que não sabe. Felizmente, nada do que se propala corresponde à realidade. Não me vou alongar muito, porque, para a maioria das pessoas, ainda significa malhar em ferro frio… até quando, a arrogância, o orgulho, o preconceito e a ignorância vão prevalecer sobre a realidade existencial? Até quando, a ciência vai ignorar os fundamentos existencialistas outorgados pela doutrina espírita? Até quando vamos lendo e escutando bobagens, provocando o pânico nas mentes mais desatentas e desinformadas? Até quando? … até quando?… Por causa do espaço, vou apenas ater-me aos aspectos mais equivocados contidos no texto do editorial do jornal “A Cidade” de 12/02/16:  … “o vírus provoca mutações genéticas em fetos e altera o tamanho do crâneo dos bébés humanos”… MENTIRA. …“possibilidade de se interromper a gravidez de uma gestante portadora do vírus”. Sejam quais forem as circunstâncias e independentemente de qualquer religião, interromper qualquer gravidez, corresponde inexoravelmente a um assassinato, queiram ou não queiram, aceitem ou não aceitem. …“mexe-se com a liberdade de a mulher decidir sobre o futuro do seu corpo e o nascimento, ou não, de seus filhos”…: pura balela, frescura ou, seja lá o que quiserem. A mulher só tem esse direito antes da fecundação do seu óvulo. Após a fecundação perde o direito ao seu corpo, passando para o ser em gestação. Ao interromper essa gestação, simplesmente comete um assassínio. … “precisamos mesmo de muita sorte”… equívoco total. Não, meu caro, não andamos à deriva no Universo, nada acontece ao acaso. Tudo orbita em função de uma lei divina e de um criador. Sobre este assunto leia com mais detalhes neste blog: ”O aborto e os zumbidos das muriçocas”, “O porquê das deficiências físicas”, Microcefalia na visão espírita”.

 

Alberto Maçorano