A sentença do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que condenou a atriz e apresentadora Mônica Iozzi a indenizar em 30 mil reais o ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), por ter questionado sua decisão a favor do médico Roger Abdelmassih, acusado de estuprar inúmeras de suas pacientes, repercutiu entre atores da Globo.

Nomes como Patricia Pillar, Marcius Melhem e Bruno Mazzeo, entre outros, saíram em defesa de Mônica, que afirma não ter ofendido Mendes, apenas questionado a sua decisão. Em 2009, apesar de condenado a mais de 200 anos de prisão, Abdelmassih teve um habeas corpus concedido por Gilmar Mendes. 

LEIA TAMBÉM:

Monica Iozzi sobre Gilmar Mendes: ‘Não houve ofensa’

Mônica Iozzi é condenada a indenizar Gilmar Mendes: R$ 30.000

Despedida de Monica Iozzi do ‘Vídeo Show’ tem lágrimas e karaokê

Mendes, que pedia 100.000 reais por danos morais no processo contra Iozzi, foi questionado — “cúmplice?” — pela atriz no Instragram. “Gilmar Mendes concedeu Habeas Corpus para Roger Abdelmassih, depois de sua condenação a 278 anos de prisão por 58 estupros”, escreveu a ex-âncora do Vídeo Show.

Nosso comentário: este é o tal juiz do STF que, quando se referiu a Lula em determinado momento, abriu a boca dizendo que ninguém estava acima da lei, mas ele pode estar, é isso? Porque, no meu entendimento não existe nenhum órgão que possa denunciar esses senhores, colocando-os no seu devido lugar. Então, alguns deles se consideram, mesmo, acima da lei, como é o caso desse senhor. Em outro momento, referindo-se a Lula, de novo, foi dizendo se ele tinha soprado o “bafómetro”, insinuando que ele estava bêbado. Mas, ele, defendendo a unhas e dentes um bandido e corrupto de carteirinha como o Aécio Neves, por acaso, não estaria bêbado, também? É esse o comportamento de um juiz da suprema corte, politizando e parcializando o seu desempenho profissional. É assim que vamos passar o Brasil a limpo? Talvez daqui a mais 500 anos. Quem sabe?

Alberto Maçorano

Posts Relacionados