A brincadeira que alguns jovens fazem, com copos, entre outros, na invocação de espíritos é motivo de preocupação.

Até nas escolas, desavisados já estavam se reunindo para, no intervalo das aulas, fazer suas indagações a títulos de curiosidade. 

O mal está em que apenas Espíritos inferiores e ignorantes se prestam a este tipo de invocação.

Bons Espíritos jamais se dispõem a isso. E os Espíritos inferiores, maus e ignorantes, apresentando-se nas sessões de invocação, mentem, mistificam, inclusive assumindo falsa identidade, a fim de satisfazer a curiosidade dos desavisados.

Respondem aquilo que lhes perguntam, fazem previsões e dão conselhos, participando da brincadeira. Contudo, julgando-se credores dos participantes que os invocam a seu serviço, fazem duras e dolorosas cobranças pelo “trabalho” prestado.
Esses Espíritos, portadores de fluidos pesados e negativos, infestam o ambiente a que comparecem. Se gostam do lugar e dos moradores, aí permanecem, passando a fazer parte da vida da família, acarretando todo o tipo de desiquilíbrio e influências nocivas. Induzem jovens ao consumo de drogas para que possam vampirizá-los, divertem-se com as peças de mau gosto que pregam aos desprotegidos encarnados; e julgam-se no direito de usar e abusar de tudo e de todos por terem sido chamados para a prestação de serviços.

Equipes Espirituais acompanham muitos dos envolvidos nas brincadeiras dos “copos”, compasso, entre outros, e têm a oportunidade de presenciar a deletéria atuação dos Espíritos inferiores invocados.

Constatam muitos casos de obsessão e procuram intervir em favor dos atingidos, numa difícil e espinhosa tarefa de amparo e reparação.

O Livro Copos que Andam, psicografado por Vera Marinzeck de Carvalho e ditado pelo Espírito Antonio Carlos, explicam e citam vários casos, das consequêncicas com este tipo de brincadeira.

FONTE: LIVRO COPOS QUE ANDAM
psicografado por Vera Marinzeck de Carvalho

Postado por Ana Maria Teodoro Massuci, em 09/08/18, na Rede Espirit Book.