Maternidade é condenada a indenizar família de bebê com paralisia cerebral após parto, no valor de 528 mil reais. Erro médico resultou em paralisia e graves sequelas no menino, logo que nasceu. Hospital é condenado a pagar indenização, mas, pai do garoto dispara: “dinheiro nenhum vai pagar o que fizeram com meu filho”

                               O garoto, hoje com 16 anos, sofreu graves sequelas devido ao atraso no parto da mãe, em setembro de 1999, na maternidade Mater.

                “Meu filho perdeu tudo que tinha direito: deixou de brincar, de ir à escola. Uma semana antes do parto estava tudo normal no ultrassom”, relembra o pai, com tristeza.

                E as perdas de Juvenil (pai) e de Lucas, vão além. Quando o menino tinha quatro anos, a mãe foi embora. A mãe dele mora em Uberlândia e já tem outra família. “Acho que aquela situação tirou a liberdade dela de fazer as coisas e estamos separados desde então”, relembra.

                O pai teve que abandonar o emprego para se dedicar exclusivamente a cuidar do filho. Os dois se sustentam com 880 reais ao mês.

Lucas Catanho 
Ribeirão Preto, 27/04/16 
lucas.silva@jornalacidade.com.br

Nosso comentário: esta foi a manchete do dia 27 de Abril. Assim subsiste a desinformação pública, provocando reações antagónicas nas partes em conflito, e acirrando ânimos na massa popular. Tenho que repetir aquilo que já comentei várias vezes, mas não publicado por conta dos ranços preconceituosos prevalecentes nos responsáveis mediáticos e administrativos deste país.

                Em pleno sec. XXI, o século por excelência da sublimação matemática na forma de um computador; inquestionável o resultado da soma de dois mais dois ser quatro; também o espiritismo é a sublimação matemática das religiões. Com tanta informação e comprovações a respeito, é “inconteste” a vida após a “morte” e, como tal, a existência do nosso espírito. Se reduzidos a simples matéria, o homem jamais seria um animal racional e social, isto é, não haveria qualquer comunicação entre humanos.

                Acreditem ou não acreditem, aceitem ou não aceitem, queiram ou não queiram, a realidade existencial é soberana, autêntica e segue imperturbável pelo infinito das nossas vidas em direção à perfeição moral. Sim, porque o avanço moral sobrepõe-se ao avanço científico.

                Tudo isto para dizer que se alguém tivesse elucidado esses pais do porquê de seu filho ter nascido nessas condições, é muito provável que não tivesse havido separação e estivessem os três laborando por uma harmonia para reajustar provável desarmonia de outras vidas.

                De fato, nada disso acontece por acaso, senão Deus não seria justo, o que é inconcebível afirmar. Se houvesse um erro médico, de verdade, ele teria desencarnado, porque não iria sofrer por conta de outros. Ninguém sofre de graça. O que aconteceu foi o pretexto para que o processo kármico do filho se materializasse. O mesmo sucedeu com os “mamonas assassinas”, a boate Kiss e tantos outros casos de desencarnes coletivos. É imprescindível um motivo, nestes casos, pretensas falhas humanas, para que os fatos se concretizem, nada mais do que isso. Então seriam estas as informações corretas que esse casal deveria ter recebido, e não deitar lenha numa fogueira que não existe, ou melhor, apenas subsiste no imaginário da ignorância, da arrogância, do orgulho, da vaidade e do preconceito…

 

Alberto Maçorano

 

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