A primeira diz respeito aos valores íntimos decorrentes de valores morais, tendências e aptidões de padrão tétrico e sombrio, ou sugestivos de violência, que se perpetuam de uma reencarnação para outra. Aqui as imagens incrustadas no corpo refletirão a sintonia espiritual com entidades e locais menos felizes do mundo invisível, e por isso tenderão a ser gravadas também no períspirito, por força da ideação do ser pensante sempre estar refletida no corpo perispiritual.

Nessas condições, poderão ser refletidas em reencarnações futuras através das conhecidas marcas de nascença, ou como enfermidades cutâneas físicas correspondentes.

Na segunda a(s) tatuagem(s) pode ser levada(s) a conta de pequeno adorno de natureza alegre ou decorativa, que se fundamentada no belo, pode se tornar uma prova de afeição ou ligação espiritual, como no caso de nomes gravados, ou ainda sintonia com a sublimidade da natureza.

Nesses casos, assim como o batom, a pintura suave, os penteados, e os pequenos adornos sempre presentes nos seres humanos, a tendência é de não se fixarem no perispírito, quando discretos e sem vínculos com a vaidade mais profunda. […] Se não há abusos que comprometam a integridade do corpo, entendendo que a pele é elemento de proteção corporal, e se também não causam mal-estar nos que conosco convivem, a tatuagem existirá somente enquanto durar o corpo físico desaparecendo com este quando do desencarne do espírito.

O gosto pelas tatuagens também podem representar reminiscências do tempo em que reencarnávamos em meio aos silvícolas e aborígenes, piratas ou vikings, e tantos outros agrupamentos humanos, e que funcionavam como indicador de posição social ou de padrão comportamental.

Nesse caso, é o passado falando mais alto no alicerce de nossas bases psíquicas.

Pensemos nisso.

Antônio Carlos Navarro

Postado por Ana Maria Teodoro Massuci, em 29/09/19, na Rede Espirit Book.