É comum, quando se viaja pelo sul do Brasil, encontrarmos velhas casas de madeira.

Não se trata de casas que tenham sido tombadas pelo património histórico, por qualquer razão, mas, simplesmente, casas antigas.

A madeira envelhecida, as telhas de barro enegrecidas pelas intempéries e os anos rolados, a pintura um tanto desbotada.

Em algumas, ainda persistem as latas vazias de azeite de cozinha, abertas, penduradas com capricho, cheias de flores. Vasos improvisados que resistiram ao tempo.

Enquanto o automóvel vai cobrindo os quilómetros, permanecemos na observação, que nos leva a cogitar de quantos amores ali viveram.

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