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Correspondência – Sobre “O Livro dos Espíritos”

Há cerca de quatro anos ocupo-me aqui das manifestações espíritas, e tenho a felicidade de ter na família um bom médium, que nos dá comunicações de ordem superior. Temos lido e relido o vosso Livro dos Espíritos, que constitui nossa alegria e nossa consolação, dando-nos as mais sublimes e admissíveis noções da vida futura. Se dela podia duvidar, as provas que tenho agora são mais que suficientes para firmar a minha fé. Perdi pessoas que me eram muito queridas e tenho a inapreciável felicidade de sabê-las felizes e de poder corresponder-me com elas.Dizer da alegria que assim experimentei é inexprimível. A primeira vez que me deram sinais manifestos de sua presença, exclamei: Então é verdade que nem tudo morre com o corpo!

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O LIVRO DOS ESPÍRITOS

Foi num sábado de primavera, na Galeria d’Orleans, no Palais Royal, em Paris, aos 18 de abril de 1857, que Allan Kardec publicava sua primeira obra: “O Livro dos Espíritos”. Era um marco para o início de um novo momento para a evolução espiritual da humanidade. No plano espiritual, a equipe formada pelos Espíritos Superiores encarregados da nova revelação, sob as ordens de Jesus, mobilizava-se para que, a partir daquele século 19, a verdade consoladora fosse organizada, consolidada e divulgada. O primeiro passo havia sido dado. Surgia uma filosofia com bases científicas e consequências morais.
No Brasil, porém, esse livro demorou a chegar. Os que tinham acesso às obras de Allan Kardec eram, geralmente, intelectuais que conheciam o idioma francês. Além disso, naquele século, a maioria da população

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O porquê das deficiências físicas e mentais

Mamãe, num raro momento de felicidade, retomei a consciência, e, por alguns instantes, libertei-me do corpo. Livre dos embaraços físicos, pedi a Deus a oportunidade de comunicar-me com você.

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Sintese biográfica de Allan Kardec

Nasceu em Lyon (França), a 3 de Outubro de 1804, sendo registrado sob o nome de Hippolyte Léon Denizard Rivail. Foram seus pais, o juiz Jean Baptiste Antoine Rivail e Jeanne Duhamel.

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