“Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava. E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu: “Nada é mais volúvel que um coração de mãe. 

E, como mãe, lhe respondo: o filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma… É o meu filho doente, até que sare. 

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