Talvez seja quase imperceptível, mas a cada fim de ano repetem-se as falas de boas expectativas para o próximo, e já viraram graciosos bordões ditos tão naturalmente que por um instante parecem esquecidos todos os desafios que ainda não foram vencidos.

A voz do bom carpinteiro nazareno, segundo a tradição, já ecoava dizendo: “meu reino não é deste mundo” como a nos alertar que a paz e a sanidade não podem ser experimentados em sua plenitude na Terra. 
Quando se reflete sobre o ano a começar, todo o romantismo de uma magia assim equivocada, e equivocada por seu cheiro de comércio, que norteia os costumes, a começar por datas comemorativas inventadas,

Leia mais