Nasci e me criei numa casa espírita. A partir da adolescência, como é normal, questionei muitos aspectos da vida, mas no aspecto Deus e Imortalidade, fui sempre convencido pela racionalidade da doutrina dos espíritos. A partir dos 19 anos, tornei-me então um Espírita e, parafraseando alguém cujo nome esqueci e peço perdão, considero-me Espírita por convicção e não por herança.

            Atualmente tenho visto e vivido uma nova realidade da doutrina. Percebo através dos amigos e na casa que frequento, uma enorme preocupação com o estudo, em especial o sistematizado.

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