< DESENCARNOU TERÇA FEIRA DIA 13/03/18, na casa dele em Cambridge, aos 76 anos, Stephen Hawking, um dos maiores génios da Física. Aos 21 anos foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA), uma rara doença degenerativa que paralisa os músculos do corpo, causando a perda da capacidade de mover-se, de falar, de engolir e de respirar.A medicina havia lhe dado, na época, no máximo 2 a 3 anos de vida. Viveu quase toda a sua vida em uma cadeira de rodas e era dependente de um sistema eletrônico de voz.

Mesmo assim, estudou muito, pesquisou e trabalhou (era professor na Universidade de Cambridge), e ao partir deixa para a humanidade um inestimável patrimônio científico e cultural.
Aproximadamente 30 anos atrás ganhei de um amigo o livro de Stephen “Uma breve história do tempo”, a partir desse livro tive despertado o interesse pelos estudos e pesquisas dele, embora quase incompreensíveis para meu intelecto, o livro, entretanto foi elaborado para a leitura de leigos o que me permitiu razoável entendimento.
Reproduzo a seguir alguns tópicos dessa obra notável:
Diz Stephen Hawking: “Um famoso cientista – alguns dizem que foi Bertrand Russel – fazendo uma conferência sobre Astronomia, descreveu como a Terra gira em torno do Sol e como o Sol, por sua vez, gira em torno de uma vasta constelação de estrelas, nossa galáxia. No final da conferência, uma senhora baixinha e idosa levantou-se ao fundo da sala e falou:
– O que o senhor acaba de dizer é uma tolice. O mundo, em verdade, é um objeto achatado, apoiado nas costas de uma tartaruga gigante.
O cientista sorriu com superioridade antes de replicar:
– E sobre o que se apoia a tartaruga?
– Você é muito esperto rapaz, disse a velhinha -, mas existem tartarugas do mar por toda extensão embaixo dela (…).
Muitas pessoas, prossegue Stephen, podem julgar ridícula essa imagem do nosso Universo como uma torre infinita de tartarugas mas, por que pensar que sabemos mais? O que sabemos sobre o Universo e como sabemos? De onde surge e para onde vai? Existe um começo do Universo, e se existe o que acontecia “antes” dele? Qual é a natureza do tempo? Chegará ele a um termo?
Vivemos num Universo desconcertante. Tentamos dar sentido ao que vemos à nossa volta e perguntamos: qual é a natureza do Universo? Que lugar ocupamos nele e de onde viemos, para onde vamos, ele e nós? (…).
Einsten uma vez formulou a pergunta: ” Que nível de escolha teria tido Deus ao construir o Universo”?
Até então, a maior parte dos cientistas tem estado muito ocupada com o desenvolvimento de novas teorias que descrevem “o que é o Universo” para ocupar-se da questão do “por quê?”.
Se descobrirmos de fato uma teoria completa, ela deverá, ao longo do tempo, ser compreendida, “grosso modo”, por todos e não apenas por uns poucos cientistas. Então filósofos, cientistas e mesmo leigos, seremos capazes de fazer parte das discussões sobre a questão do por que nós e o Universo existimos. Se encontrarmos a resposta para isso teremos um triunfo definitivo da razão humana; porque, então teremos atingido o conhecimento da mente de DEUS. (STEPHEN HAWKING – Uma breve história do tempo”, Editora Círculo do Livro – 1988).

Postado por Adão de Araújo, em 18/03/18, na Rede Espirit Book

 

Nosso comentário: quanta presunção e quanta ignorância da pessoa que escreveu este texto. Nem deveria figurar numa rede espírita. Mas, como veio aqui parar, não poderia deixar de comentar tamanha hipocrisia, tanto a respeito do pseudocientista, quando dos seus apreciadores. Para não me repetir, seria bom, a quem interessar, ler os meus comentários em postagens anteriores, sobre o desencarne desse cidadão.

Tudo que ele tentou descobrir, tudo que ele tentou demonstrar, estamos carecas de conhecer em profundidade o que ele sequer cogitou. Para quê reinventar a roda, quando já se conhecia tudo o que esse senhor quis saber? 

Se o senhor Hawking tivesse lido o Livro dos Espíritos, que nos foi outorgado pelo eminente professor Allan Kardec, em 18 de Abril de 1857, ficaria por dentro de tudo que ele tanto ambicionava, no âmbito do conhecimento existencialista, e não jogaria fora, ingloriamente, uma vida inteira, sem qualquer resultado prático, com a sensação gritante de um completo vazio. Todas as suas teorias não passam de especulações infundadas. 

Tudo que este senhor queria saber, está cuidadosamente publicado em O Livro dos Espíritos, em mais profundidade do que ele poderia imaginar. E, superior a isso tudo, seria a descoberta da origem da sua doença. O seu legado, com a declaração pública de adesão ao Espiritismo, teria sido a descoberta maior, de incalculável impacto nos corações das pessoas que transitam nos corredores públicos do “orgulho”, da “vaidade”, da “hipocrisia” , da “arrogância”. Em suma: o seu nome ficaria para sempre ligado a um feito transcendental da origem do homem e do Universo: de onde viemos, porque viemos e para onde iremos após a morte física do corpo.

Alberto Maçorano