Imaginemo-nos transportados no tempo, a épocas e lugares distantes.
Situados nas vastas planícies do oriente, a época do grande líder mongol Gengis Khan, observamos seus milhares de homens montados em corcéis magníficos, levando o terror para inúmeros povos, dizimando aldeias, sem nenhum traço de piedade.

 

Se estivéssemos ali, contemplando estas cenas dantescas, poderíamos pensar: “-É o fim do mundo, o ocaso da civilização, não existindo condições de suplantar tudo isso!”.
Nossa viagem, agora, nos situa na Europa Medieval.
Imperava no seio da Igreja Católica o imperialismo dos papas, a tal ponto afastados do pensamento do Cristo, que estabeleceram em Seu nome a fatídica inquisição, com especial projeção na Espanha e Portugal, embora com atuação em inúmeros países.
As mais bárbaras torturas foram realizadas em nome da cristandade, dando vazão aos impulsos sádicos dos seus líderes e de muitos da população.
Na condição de observadores, diríamos: “– O inferno se estabeleceu na Terra, com ferro e fogo, tendo na tortura sua expressão rotineira”.
Nova epopeia, e caindo no meio revolucionário francês, do século XVIII, deparamo-nos com o Terror imposto principalmente por Maximilien Robespierre e seus sicários. A guilhotina passou a ser o símbolo nacional, ninguém mais estando seguro quanto à própria vida, que poderia ser ceifada por simples decreto.
Ao acompanhar tal situação, pensaríamos: “- O caos veio para ficar, sem nenhum controle!”.
E assim poderíamos avançar nas linhas da história e citar vários tristemente famosos acontecimentos que pareciam por fim as esperanças de dias melhores.
Entretanto, vimos que todos eles passaram. Seus ciclos foram encerrados e seus exércitos sepultados. O mundo prosseguiu melhor, embora os cânceres que se manifestaram e continuam a se manifestar no corpo terrestre.
Apesar de mergulhados hoje em um ambiente difícil, onde ainda vemos a violência em destaque, tenhamos fé de que tudo se modificará, como já aconteceu antes, mas com a diferença de que agora o será para sempre, em face da hora que já se faz anunciada nos “sinos” de todos os povos, que anseiam pela necessária transformação.
Samuel (Espírito)
– Página psicografada na noite de 12/04/2016, na Sociedade Legião Espírita de Porto Alegre, por Alberto Sampaio., com a coordenação de Pedro Fagundes Azevedo.
Postado por Nilza Garcia, em 25/04/16, na rede Espirit Book

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