Professora é filmada asfixiando criança de 2 anos em creche no RS

Uma professora foi presa nesta sexta-feira (12) em São Sebastião do Caí, cidade a 80km de Porto Alegre, suspeita de tentar asfixiar uma criança de dois anos com um travesseiro

na creche em que trabalhava. De acordo com informações do G1, a agressão foi registrada por câmeras de segurança nesta semana.

As imagens mostram a professora pressionando o travesseiro sobre o rosto da vítima. Ela para quando outras funcionárias entram na sala. Uma delas teria desconfiado da atitude e denunciou o caso à chefia.

A menina que sofreu a agressão estava na creche há quatro dias. Os pais notaram que a a criança não gostava de ir à escola, mas pensaram ser um problema de adaptação. Os pais afirmam que a menina está traumatizada: “Aparentemente ela está bem, assim, mas ela não quer entrar no carro porque ela acha que a gente vai botar ela na cadeirinha pra levar pra creche. Ela não quer mais saber de creche”, diz a mãe, que não quis se identificar.

Após o caso, a professora foi demitida e presa preventivamente. O delegado que investiga o caso vai ouvi-la antes de decidir por qual crime ela será indiciada.

 

 

Nosso comentário: hoje parece ser o dia das barbáries. E exatamente como nas postagens anteriores, vamos simplesmente copiar o mesmo comentário. Se não tivéssemos o conhecimento existencial, o nosso desabafo seria o do “olho por olho, dente por dente”, que não leva a nada, mesmo nada. Como o conhecimento liberta da ignorância, sentimo-nos felizes e agraciados pela libertação dessa ignorância, que tivemos o privilégio de abraçar de alma e coração em 1995, a partir do qual o nosso pensamente é completamente diferente e oposto à maioria do comum dos mortais…

Podemos perguntar, então:

Qual o interesse de manter uma pessoa na prisão, sem qualquer estrutura de regeneração social?

O que ganhará a sociedade com essa prisão, quando está repleta de outros delinquentes de toda a ordem?

O que ganhará essa pessoa com essa segregação?

São perguntas com respostas vazias, infundadas e equivocadas, sejam quais forem.

A partir do momento em que o mundo passou a conhecer a doutrina espírita em 18 de Abril de 1857, a sociedade deveria passar a ser vista com outros olhares e uma reformulação geral deveria ter sido feita. Enquanto isso não acontecer iremos forçosamente lidar com casos semelhantes sem qualquer resultado prático positivo para a pessoa em particular e para a sociedade em geral. 

Estamos em pleno século XXI, da razão por excelência, e não mais se justificam utopias e dogmatismos infundados, vivendo à deriva sem fundamentos existenciais.

Está mais do que na hora de tudo isso ser reformulado e ter a coragem política e governamental de dar a conhecer à sociedade e aos estudantes em particular a filosofia espírita, como matéria curricular.

Devemos frisar, entretanto, que, de maneira alguma, pretendemos que todos sejam “forçados” a seguir o espiritismo ou se tornem espíritas, embora um dia isso venha a acontecer. Assim, estaríamos indo contra os postulados espíritas. Mesmo, sendo obrigatório o seu estudo, cada um terá sempre o seu livre arbítrio de seguir o que quer que seja, em termos religiosos. Mas, que siga algo, de fato. Tal e qual a disciplina de Matemática é de estudo obrigatório, mas, não implica que todos sejam matemáticos.

Enquanto isso não acontecer iremos assistir passivamente, à hecatombe de crimes bárbaros como este. Pois, não deixa de ser uma barbaridade, um ser dito humano, predispor-se a tal cometimento.

Só assim mudaremos o “status quo” da atual sociedade.

Alberto Maçorano

 

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