Stephen Hawking, que morreu em sua casa em Cambridge, na Grã-Bretanha, na madrugada desta quarta-feira, era considerado por muitos o grande gênio de uma geração. Autor de livros que ajudaram a explicar ao público leigo, com uma linguagem acessível e apelo pop, o mundo da astrofísica, o cientista desenvolveu estudos sobre gravidade, 

teoria quântica, relatividade e, acima de tudo, buracos negros.

Suas descobertas revolucionaram a forma como vemos e estudamos o universo. Um de seus trabalhos, em parceria com o físico Roger Penrose, sobre a teoria da relatividade de Albert Einstein, mostrou que houve um começo no espaço e no tempo – o Big Bang – e com isso o surgimento dos buracos negros.

Mas então por que, apesar de toda sua genialidade e descobertas pioneiras, Stephen Hawking nunca ganhou um prêmio Nobel de Física? A resposta é, na verdade, bastante prática. As descobertas científicas teóricas devem ser confirmadas com observações antes que haja a possibilidade de receberem um Nobel. E é bastante difícil observar um buraco negro.

A teoria do cientista, denominada Radiação Hawking, baseava-se em conceitos matemáticos decorrentes da mecânica quântica. Explicava que os buracos negros acabam “evaporando” e desaparecendo devido à emissão de radiação.

Embora a teoria tenha sido amplamente aceita pela comunidade científica, os astrônomos e físicos nunca conseguiram provar que a Radiação Hawking existia. Porém, se a teoria já tivesse sido provada, o Nobel certamente seria de Hawking.

Décadas são necessárias para construir os equipamentos científicos para testar descobertas teóricas e colocá-las em contexto. A teoria das ondas gravitacionais de Einstein, proposta por ele na década de 1920, só foi comprovada em 2016.

A tecnologia necessária para observar e comprovar a Radiação Hawking provavelmente levará anos para ser construída e custará milhões de dólares.

Em janeiro de 2016, o cientista deu uma entrevista à emissora BBC na qual brincou sobre o fato de nunca ter ganhado o prêmio. “As pessoas procuraram miniburacos negros, mas até agora não encontraram nada. É uma pena porque, se tivessem, eu teria um Prêmio Nobel”, afirmou.

Nosso comentário: é muita pretensão igualar Hawking a Einstein, aliás, sequer existe comparação. Einstein foi um “monstro” da ciência. Hawking, não foi absolutamente nada. A sua ciência não passou de teorias fúteis e banalidades pseudocientíficas, sem quaisquer comprovações. Mas, a mídia gosta de coisas misteriosas e transformaram esses “mistérios” em pseudociência. 

Que resultados práticos advieram para a humanidade? Alguém poderá responder-me? Eu, que li a sua biografia e mais um calhamaço de quase 500 páginas, “Aventuras de uma vida”, tornou-se uma leitura monótona, destacando-se apenas a sua persistência e tenacidade da luta pela sobrevivência. As suas teorias dos famosos “buracos negros” e a sua ignorância na persistência do “Bing-Bang” na história da origem do Universo, nunca passaram de autênticas futilidades. 

Qual foi, afinal, o seu legado, o seu valioso contributo, para a ciência e progresso da humanidade? Que eu saiba, absolutamente nada. Então, como pode, uma personalidade vazia de conteúdo científico, ser tão aplaudida, tão endeusada pela mídia e seus pares da ciência, sem ter apresentado nada de concreto, de positivo, não só no aspeto científico e também  na perspectiva humana?

Por outro lado, uma tal personalidade dizer-se ateu confesso, e apresentar uma afirmação bombástica em 2010, dizendo:

“apesar de não poder provar que Deus não existe, a ciência não precisa de Deus”! …

Precisa de mais alguma comprovação da arrogância desse sujeito?

Agora vamos para o aspeto religioso ou existencialista: apesar de milhares de teorias ou seitas religiosas, a fundamentação espírita baseada na reencarnação é um fato, e ponto final. Quem quiser acreditar, acredite, quem não quiser, fique por aí mesmo. Não precisa acreditar, porém, não deixa de se apresentar e vivenciar os aspetos inerentes à sua trajetória reencarnacionista… Então, este homem ao invés de preocupar-se pelo que lhe não competia, deveria ter enveredado em conhecer a origem dos problemas que afetaram tão gravemente a sua saúde. Iria descobrir que existem milhares de vidas, que a morte não é o fim e que sofremos pelo que fizemos sofrer os outros em outras vidas. Então, ficaria sabendo que ele não tinha doença alguma, mas, tão somente a resultante de um grande processo kármico ou punição divina? (Pois, teria sido uma “peste bubónica” em outras vidas. E, como ao depuramento divino, ninguém escapa, eis a triste realidade do seu estado físico e a de milhões de pessoas por esse mundo afora? Essa deveria ter sido a preocupação vital em toda a sua vida e, após, declarar publicamente pela sua adesão ao espiritismo.

Esse teria sido o grande legado, pois, aproveitaria o seu valor intelectual, as suas afirmações teriam criado um grande impacto e, como formador de opinião, teria arregimentado um bom número de pessoas para aderir ao espiritismo, peça fundamental na história da humanidade, mas, como ele ainda carregava uma boa parcela de ignorância e arrogância, preferiu ficar neste lugar e ignorar Deus completamente, dificultando uma vez mais o seu “progresso espiritual” e desperdiçando ingloriamente mais uma vida, por completo, uma vida, a sua vida desta existência. 

Quando desencarnou e deixou o seu triste corpo físico, deveria ter ficado perplexo ao entrar no plano espiritual e constatar que afinal “Deus existe”…

Que Jesus, o nosso bom mestre, tenha piedade da sua atrofia intelectual…

Alberto Maçorano

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