A Polícia Militar prendeu na madrugada deste sábado (21) por tráfico de drogas, o tanzaniano Mzee Shabani, de 29 anos, padrasto do garoto Ezra, de 5 anos, morto a facadas pela própria mãe e encontrado dentro do freezer no apartamento da família em setembro de 2015.

Segundo a polícia, Shabani foi preso com 60 porções de cocaína escondidas na cueca no Largo do Arouche, centro de São Paulo. Na mesma ação, outro homem também foi detido por tráfico e um terceiro foi indiciado por porte de drogas e liberado em seguida. O caso foi registrado no 2º Distrito Policial.

A mãe de Ezra, Lee Ann Fink, confessou em depoimento à Polícia Federal em março de 2016 ter matado o filho sozinha com golpes de faca em seu apartamento na República, região central. Já Shabani disse que havia levado as duas filhas do casal à escola e, ao retornar ao apartamento, teria encontrado o menino morto. Ele foi indiciado por ocultação de cadáver.

Um dia depois de a polícia encontrar o corpo de Ezra no freezer, por meio da denúncia de um primo de Shabani, imagens das câmeras de segurança do Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, registraram o casal e suas duas filhas embarcando para a Tanzânia. A Justiça de São Paulo decretou a prisão preventiva de Lee e Shabani e eles foram considerados foragidos. Ambos foram presos pela Interpol no país africano em novembro de 2015 e trazidos ao Brasil em março de 2016. Shabani estava em liberdade provisória.

 

Nosso comentário: difícil de acreditar que ainda existam pessoas de índole animalesca bem rudimentar. Infelizmente essa é uma das realidades que ainda subsistem no mundo contemporâneo, um mundo heterogêneo, onde podemos encontrar esse quadro e também em pequeníssima escala, pessoas de elevadíssima estatura social, ética, digna e com grande amor universal.  

Vivenciamos um mundo quase louco, muito materialista, sem quaisquer princípios religiosos, no qual, por puro preconceito e constrangimento, se aboliu o estudo de religião nas escolas. Então, a juventude, futuros dirigentes do amanhã, são educados no mais puro materialismo, pensando que o mundo gira ao sabor das circunstâncias e do acaso. Felizmente não é assim, mas são os dirigentes políticos e governativos que contribuem em larguíssima escala para que se prolongue esta agonia social. Até quando?  É só aguardar…

Alberto Maçorano