Os discos voadores e o mistério dos mundos subterrâneos
Por incrível que possa parecer, o tema relacionado ao mistério dos ‘discos voadores’continua sendo um verdadeiro tabu diante dos meios de comunicação, dos setores que cuidam da educação e da pesquisa científica, apesar de se tratar de algo real, 

que já marcou definitivamente seu lugar na história da humanidade.
Por J. A. FONSECA*

A ACEITAÇÃO – Ao nível pessoal, julgamos que a não aceitação de tal fenômeno decorre muito mais do receio que se tem de perder notoriedade no meio social, que se acha investido de uma certa inteligência racional, se bem que míope, do que em relação ao sentimento real, interno, da própria consciência individual, fundamentada na lógica de que tal possibilidade venha ser perfeitamente admissível.

Em face do atual estágio que alcançamos, consideramos que estamos bastante atrasados em relação ao estudo e aceitação do fenômeno dos chamados “discos voadores”, e a um maior envolvimento com o mesmo. Poderíamos, para isto, utilizarmo-nos do avanço tecnológico, de que tanto nos vangloriamos, como um eficiente instrumento para banir fraudes e desmistificar o mito que se construiu em torno deles, ao invés de fazer perdurar a omissão e a ocultação de informações, quando não se tramam tentativas de ridicularizá-los. Precisamos saber que o fenômeno ÓVNI não está relacionado apenas aos interesses de alguns poucos aficionados, como faz parecer os meios de comunicação de massa, nem a “crendices populares”, como supõem outros.

Pessoas de renome e de profissões variadas os têm pesquisado com seriedade em todo o mundo. Podemos citar como exemplo Carl Gustav Jung, o pai da psicanálise, que chegou a avaliar os riscos da abordagem deste assunto, mas acabou considerando-o como algo que apresentava natureza ostensiva, estranha e desconhecida, para não dizer contraditória. Apesar de ter procurado tratar do assunto apenas pelo seu lado psicológico, reconheceu que se não pode desvencilhar-se dele de forma tão simplista, apenas ignorando-o, pois tal fenômeno já teria sido fotografado por inúmeras vezes e também registrado por radares.

É importante salientar que Jung tratou do assunto dos ÓVNIS com critério e responsabilidade, dando-lhe o respaldo de seriedade que ele merece, chegando até mesmo a escrever um livro intitulado “Um Mito Moderno”, exprimindo sua opinião a respeito. Afirmou: “Como psicólogo, não disponho de recursos que contribuam para a solução do problema sobre a realidade física dos OVNIS. Por isso, posso incumbir-me somente do aspecto psíquico, que sem dúvida existe, dedicando-me a seguir quase que exclusivamente os fenômenos psíquicos concomitantes.”

RUPTURA – Quando assistimos a negativa oficial e das próprias pessoas, culturalmente mal direcionadas, que se curvam sem qualquer reação às tentativas vãs de explicar o fenômeno, percebemos que a verdade que se acha oculta num simples avistamento de um ÓVNI exige muito mais do que uma explicação… Exige uma ruptura completa de conceitos, preconceitos e crenças, reunidos durante longas eras e que se tornam obrigados a se curvarem diante de algo novo e desafiador. Resistem desesperadamente, negando, criticando e ridicularizando, porque cristalizaram uma idéia preconcebida de que ESTAS COISAS NÃO PODEM EXISTIR. Mais complicado fica quando o fenômeno começa a tomar proporções gigantescas e inexplicáveis, como acontece nos dias de hoje, fazendo com estes rígidos postulados sejam severamente questionados e percam a sua consistência. Acreditamos que é por isto que a temática sobre os ÓVNIS vem sendo rejeitada, pois faria suscitar questões inusitadas sobre a origem da vida na Terra, sobre as grandes civilizações e construções no passado, e até mesmo sobre os fundamentos das religiões, além do rompimento definitivo da barreira milenar que nos obrigou a acreditar que somos a única forma de vida existente no Universo. Muito mais do que isto, iria ainda exigir que adotássemos uma nova postura ética de ordem planetária, em relação à política, à religião e mesmo à ciência, como se tivéssemos de descartar quase tudo que aprendemos e que aceitamos como verdadeiro. A partir do momento em que uma grande quantidade de pessoas começou a VER ALGO de estranho percorrendo nossos céus, além dos costumeiros aviões de carreira e militares, começou a surgir o grande questionamento que não deixa de gritar em nosso íntimo: – O que são estas coisas? É possível que sejamos os únicos habitantes deste Cosmos infinito?

OLHOS DO COSMOS – Mas, as coisas não ficam por aí… No limiar de um Novo Tempo, diante das profundas mudanças comportamentais e tecnológicas que estamos vivendo, sentimos uma necessidade emergente de mudar nosso modo de vida e conter esta corrida louca, conduzida pela insensatez, que caminha para a completa exaustão dos recursos naturais em nosso planeta. Não é de se estranhar, portanto, que “alguém” esteja nos observando de fora e aguardando o desfecho de nossa civilização, já que não temos conseguido, com nossa visão baça do futuro, perceber que caminhamos para o caos iminente. A história revela que sempre fomos observados por olhos inquietos do Cosmos e que, vez por outra, se aproximaram tanto, que foram confundidos com deuses. Alguns deles têm convivido conosco há milênios.

Queremos então, levantar uma outra discussão ainda mais acirrada, afirmando que os tripulantes dos tais ÓVNIS, em sua grande maioria, sempre estiveram presentes na Terra, construindo suas fortalezas em seu interior e vivendo em nosso meio. Sabemos que esta afirmativa ainda causa espanto nas fisionomias céticas e preocupadas ou risos de descrédito nas expressões pragmáticas do mundo contemporâneo. Afastamo-nos tanto da espiritualidade e dos princípios que regem a verdadeira inteligência, que sequer pretendemos avaliar tal possibilidade, ocupados que estamos em atender a vida supérflua que elegemos como referência. Apesar disto, podemos dizer, sem medo de errar, que em grandes bolsões no interior da Terra vivem desenvolvidas organizações, sustentadas por uma tecnologia avançadíssima, capaz de fazer inveja ao mais arguto cientista de nosso mundo.

Hora Cósmica

Postado por Nilza Garcia, em 12/06/16, na Rede Espirit Book.