Os Espíritos têm ocupações e missões a desempenhar. Além do trabalho de se melhorarem pessoalmente, incumbe-lhes executar a vontade de Deus, concorrendo, assim, para a harmonia do Universo. A ocupação dos Espíritos é contínua. Essa ação contínua, contudo, nada tem de penosa para os Espíritos Superiores, uma vez que eles não estão sujeitos à fadiga e, segundo Allan Kardec, repousam mudando o tipo de tarefa, sem deixarem de produzir.

Os Espíritos inferiores e imperfeitos também desempenham função útil, embora, muitas vezes, não se apercebam disso. Mostra Kardec que muitos fenômenos da natureza, como as tempestades e outros, surgem, muitas vezes, a partir da atuação de Espíritos primitivos que, agindo em massa, sob a coordenação de outras entidades mais elevadas, permitem que o fenômeno ocorra.

Todos nós temos bons Espíritos vinculados a nós, muitas vezes, desde o nascimento, que nos tomaram sob a sua proteção.

Cumprem junto a nós a missão de um pai junto ao filho: a de nos conduzir no caminho do bem e do progresso, através das provas da vida. Eles se sentem felizes quando correspondemos a sua solicitude e sofrem quando nos vêem sucumbir.

Lembra Kardec que seus nomes pouco importam, mas que, na maioria das vezes, são almas vincula- das a nós pelos laços afetivos, estruturados em vivências em comum nas diversas reencarna- ções.

São sempre superiores, do ponto de vista evolutivo, aos seus tutelados e estão sempre junto deles nos momentos de necessidade.

Bibliografia

• O Livro dos Espíritos – Allan Kardec
• OEvangelhoSegundooEspiritismo-AllanKardec • EntreaTerraeoCéu-AndréLuiz/ChicoXavier
• Livro dos Médiuns – Allan Kardec

Postado por Ana Maria Teodoro Massuci, em 13/08/16, na Rede Espirit Book