A preguiça conserva a cabeça desocupada
e as mãos ociosas.
A cabeça desocupada e as mãos ociosas
encontram a desordem.
A desordem cai no tempo sem disciplina.
O tempo sem disciplina vai para a invigilância.
A invigilância patrocina a conversação sem proveito.
A conversação sem proveito entretece as
sombras da cegueira de espírito.
A cegueira de espírito promove o desequilíbrio.
O desequilíbrio atrai o orgulho.
O orgulho alimenta a vaidade.
A vaidade agrava a preguiça.
Como é fácil perceber, a preguiça é suscetível
de desencadear todos os males, qual a treva que
é capaz de induzir a todos os erros…
Compreendamos assim, que o primeiro passo
para libertar-nos da inércia
será sempre: trabalhar.

***Emmanuel*

Postado por Adina Martins em 16/03/16, no grupo Espiritismo Kardecista Brasil 2

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