Sim, é a pergunta que não pode calar a boca do explorado povo brasileiro:

É a pergunta que não pode calar a boca daqueles que mal ganham para sobreviver.

É a pergunta que não pode calar a boca dos famintos que perambulam por esse Brasil.

É a pergunta que não pode calar a boca dos professores com formação superior e que mal ganham para sobreviver.

É a pergunta que não pode calar a boca de profissionais de segurança  e que mal ganham para justificar arriscar a vida por uma causa nobre.

É a pergunta que não pode calar a boca de profissionais da saúde e que trabalham em locais sem as mínimas condições de trabalho e com equipamentos que não funcionam ou ultrapassados.

É a pergunta que não pode calar a boca de profissionais de ensino que trabalham em escolas, no mínimo desaparelhadas, e sem condições dignas de trabalho.

É  a pergunta que não pode calar a boca de milhões de estudantes sem sequer disporem de material escolar, sobretudo simples livros de ensino.

É a pergunta que não pode calar a boca de um simples cidadão que precisa ir para o emprego de carro e não dispõe de estradas à altura para que possa transitar com tranquilidade.

É a pergunta que não pode calar a boca de alguém que recebe um salário minimo ou pouco mais do que isso em troca de um trabalho remunerado em carteira profissional, seja ele qual for.

É a pergunta que não pode calar a boca de um simples aposentado com um salário mínimo para sobreviver.

Em contrapartida, começamos pelos vereadores, recebendo mais de dez mil reais, fora as mordomias, além de carro particular, evidentemente.

Em contrapartida, temos a classe política de vanguarda, formada por cangaceiros, palhaços, corruptos, ladrões, cantores, ex-jogadores de futebol, etc., etc., recebendo salários que fazem inveja a muitos pares de países verdadeiramente ricos e de primeiríssimo mundo.

Além da roubalheira descarada, ainda se dão ao luxo de terem à disposição viagens de avião gratuitas para passar os fins de semana nos seus “bunkers” familiares.

Além do mais, a maioria quase nada faz para justificar a dinheirama auferida mensalmente, por pessoal sem capacidade intelectual para o desempenho de tão elevados cargos.

É muito fácil bradar aos céus, berrar e proferir impropérios de barriga a transbordar de comilança e regada a bons vinhos.

É triste constatar como esses “maestros” da roubalheira conseguem ser seguidos por trupes ociosas, berrando, agitando-se e digladiando-se sem saberem ao certo o que os motiva.

É muito triste constatar essa tropa de choque que nada fez pelo país desde que a presidente foi eleita pelo voto popular, pondo em cheque a legalidade do governo e para isso levaram cheques polpudos ao fim do mês para fazerem essa gritaria.

É muito triste constatar-se uma orquestração tão bem montada e estruturada para desbancar um presidente eleito pelo voto popular, mas sem nada poder fazer, por ter uma oposição que simplesmente obstruía tudo que fosse em prol do crescimento do Brasil.

E para chegar ao ápice da palhaçada, foi muito triste constatar um bando de palhaços darem-se ao luxo de votarem contra a permanência de suas funções, uma pessoa digna e sem mácula, comandados por um maestro ladrão da mais fina espécie, completamente desmascarado e comprovados os seus crimes. O seu nome? Eduardo Cunha, ladrão por profissão.

Isto só poderia ter acontecido no BRASIL.

Ah, já me esquecia de falar que essa palhaçada corrupta ainda conta com a ajuda da mídia astuta, mentirosa e falsa, que tudo faz, menos aquilo que deveria fazer, passar informações verdadeiras e não manipular informações para desvirtuar a verdade e arregimentar aqueles que nada fazem e sempre prontos para provocar distúrbios a troco de uma mortadela…

Assim, será um eterno candidato a um país de primeiro mundo…

É doloroso, mas é verdade!

Alberto Maçorano

 

 

 

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