Líder da Ku Klux Klan morre na prisão…

Um líder da Ku Klux Klan condenado pelos assassinatos de três defensores dos direitos civis, em um caso que ficou conhecido pelo filme “Mississippi em Chamas”, 

morreu na prisão, informaram autoridades nesta sexta-feira.

Edgar Ray Killen cumpria uma pena de prisão de 60 anos por liderar os assassinatos, em 1964, de três homens que estavam no estado do sul dos EUA participando de uma campanha para registrar eleitores negros.

O caso inflamou a opinião pública contra a segregação e ajudou a levar à aprovação da Lei de Direitos Civis. Ele também inspirou o filme de 1988 ganhador do Oscar: “Mississippi em Chamas”.

Funcionários disseram que Killen, de 92 anos, morreu na última quinta-feira.

“A causa e o modo da morte estão pendentes de uma autópsia”, declarou o Departamento Correcional do Mississippi em um comunicado.

Killen foi acusado de orquestrar os assassinatos dos três defensores dos direitos civis e políticos – dois homens brancos e um negro: James Chaney, Andrew Goodman e Michael Schwerner. 

 

Nosso comentário: Talvez muitos não saibam o que foi o movimento Ku Klux Klan, sobretudo, os jovens. É bom que façam uma boa pesquisa na internet para ficarem por dentro. Foi muito falada na década de 60 e era de índole racista. Naquela época não tinha conhecimento existencial e o nosso desabafo era o “olho por olho, dente por dente”. Hoje, graças ao conhecimento existencial que tivemos o privilégio de conhecer e abraçar de alma e coração em 1995, o nosso pensamente é completamente diferente e oposto. 

Podemos perguntar:

Qual o interesse de manter uma pessoa na prisão por 60 anos, sem qualquer estrutura de regeneração social?

O que ganhou a sociedade com essa prisão e morte, quando está repleta de outros delinquentes de toda a ordem?

O que ganhou essa pessoa com essa segregação?

São perguntas com respostas vazias e infundadas, sejam quais forem.

A partir do momento em que o mundo passou a conhecer a doutrina espírita em 18 de Abril de 1857, a sociedade deveria passar a ser vista com outros olhares e uma reformulação geral deveria ter sido feita. Enquanto isso não acontecer iremos forçosamente lidar com casos semelhantes sem qualquer resultado prático positivo para a pessoa em particular e para a sociedade em geral. 

Estamos em pleno século XXI, da razão por excelência, e não mais se justificam utopias e dogmatismos infundados, vivendo à deriva sem fundamentos existenciais.

Está mais do que na hora de tudo isso ser reformulado e ter a coragem política e governamental de dar a conhecer à sociedade e aos estudantes em particular a filosofia espírita, como matéria curricular.

Devemos frisar, entretanto, que, de maneira alguma, pretendemos que todos sejam “forçados” a seguir o espiritismo ou se tornem espíritas, embora um dia isso venha a acontecer. Assim, estaríamos indo contra os postulados espíritas. Mesmo, sendo obrigatório o seu estudo, cada um terá sempre o seu livre arbítrio de seguir o que quer que seja, em termos religiosos. Mas, que siga algo, de fato. Tal e qual a disciplina de Matemática é de estudo obrigatório, mas, não implica que todos sejam matemáticos.

Só assim mudaremos o “status quo” da atual sociedade.

Alberto Maçorano

 

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