A formação pessoal e profissional do Juiz Sérgio Moro é realmente admirável.

Formado em Direito e Antropologia, é fascinado por livros clássicos e apaixonado pelas Artes Marciais, pois é Faixa Preta 2º DAN de Karatê, 1º DAN de Aikido e Faixa Roxa de Judô, além de exímio atirador (armas curtas e longas), é especialista em combate com faca, com curso de Operações Especiais na PF, por isso é um guerreiro e grande estrategista.

É leitor voraz dos Grandes Pensadores e escritores universais, dentre eles, Nicolau Maquiavel.

Só uma pessoa com o conhecimento do escritor renascentista italiano, que escreveu sobre política de Estado, teria essa sagacidade e a esperteza para destroçar a ideologia nefasta, comunista e exploratória implantada pelo PT – Partido dos “Trabalhadores”. 

Para isso, ele age com sobriedade e adota um estratagema de forma a não permitir que as suas decisões sejam contestadas pelos tribunais superiores, a exemplo do STF e do STJ.

Sérgio Moro aprendeu tudo com Maquiavel, certamente devorando o Príncipe, seu livro mais conhecido. 

Trabalha com paciência, como um exímio enxadrista, para acuar o ex-presidente e seus “vampiros” até o golpe fatal, o xeque-mate que se aproxima, com a movimentação cuidadosa no “Tatame da vida” e das peças no tabuleiro.

É assim que o Juiz Sérgio Moro está montando o quebra-cabeça do maior escândalo da história do país, organizando o jogo de xadrez com inteligência e a paciência de um monge Templário.

A prisão do Lula virá … e esse fato será o coroamento dessa operação incansável dos nossos Templários.

Ontem, em entrevista, o Juiz Templário disse a seguinte frase de Nicolau Maquiavel: “Os homens julgam, em geral, na base das aparências mais do que da substância. Pois todos têm olhos, mas poucos possuem o dom da sagacidade”.

E acrescentou com tom forte na voz: “Eu me preparei a vida inteira para o combate. Não temo nada, sou um homem livre e de bons costumes. Estou pronto para a guerra.”

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Temos esta obrigação como brasileiros!!!

🇧🇷*Brasil acima de tudo!*🇧🇷

Nosso comentário: caros seguidores do meu blog: recebi ontem (25) esta mensagem no meu WhatsApp. Só excepcionalmente eu compartilho algo de muito transcendente, como, por exemplo, alguns vídeos ou mensagens espíritas, que contribuem decisivamente para a paz, harmonia e bem-estar de todos que prezam esse estado emocional. Até porque esse tipo de comportamento rouba-nos tempo demais que poderá ser muito preciso para as atividades de cada um, em particular no meu caso.

                Simplesmente fiquei estarrecido ao receber a mensagem em destaque. Depois de tudo que a sociedade brasileira está vivenciando, através de comportamentos fanáticos e obstrutivos aos princípios democráticos mais elementares, nem por isso, deixam de subsistir esses elementos retrógrados e de índole ditatorial, contrariando de vez qualquer estado de direito. Já não basta o que aconteceu com a arbitrariedade do afastamento de Dilma.

                Esta frase: “… para destroçar a ideologia nefasta, comunista e exploratória implantada pelo PT – Partido dos Trabalhadores”.  Por acaso, quem teve a ousadia de escrever esta frase, conhece alguma coisa de um estado comunista, de verdade? Podemos duvidar, que se algum dia isso tivesse acontecido, não chegasse tão fundo no lamaçal da podridão em que navega o Brasil há décadas. O PT se envolveu rapidamente nesse esquema, porque se aliou, por deturpações políticas com o que de mais corrupto existia neste país e depressa aprendeu a lição.

Não irei perder o meu precioso tempo com respostas longas a um deplorável manifesto de quem não se preocupa minimamente pelo bem-estar do seu país. Porque esse tipo de texto conduz inequivocamente à violência que se queira imaginar. Essa pessoa ou pessoas que idealizaram esse texto parece não se preocuparem com um estado de direito. Então cada um faça o que quiser sem necessidade de instituições governativas. Não sejam covardes e declarem publicamente que são favoráveis à anarquia ou ao sistema ditatorial que imputam ao PT, mas que desconhecem.

Por outro lado, criar um mito em volta da figura de Sérgio Moro, endeusando uma pessoa que sequer conhece a miséria deste país, sequer tem experiência e maturidade de que já deu sobejas provas, é fácil, muito fácil mesmo, ser magistrado de barriga cheia, vivendo no bem bom, porque só um mauricinho poderia ter acesso a essas práticas esportivas.

É muito cómodo praticar a magistratura sem nunca ter saído de um escritório arejado com ar condicionado. É muito cómodo e irresponsável idealizar suspeitas infundadas para conseguir deduzir indícios de provas a qualquer preço, sem a mínima preocupação das consequências que possam advir a terceiros se as suspeitas não se confirmarem. Assim, é fácil ser magistrado…

A Lava Jato ultrapassou as medidas do bom senso, do equilíbrio e da coerência ética dos elementares princípios democráticos, usando de parcialidade política descarada, sem resultados práticos dignos de realce. Por isso, não mais tem razão de existir. Seria muito mais importante reformular os departamentos jurídicos governamentais, aparelhando-os com material humano e físico para que funcione com mais agilidade e, sobretudo, reformulando algumas leis que pautam a “carta magna” deste país, para que ninguém, mas ninguém mesmo, com quaisquer indícios de corrupção possa desempenhar funções administrativas, sejam quais forem, sendo canceladas automaticamente essas funções se estiver em alguma atividade, sem direito a quaisquer benefícios salariais, enquanto não se concretizar o julgamento que, para tal, deva ter um prazo fixado, para que a jurisprudência, por seu lado, tenha a obrigatoriedade de apresentar o veredicto final no prazo acordado.

Um estado de direito não precisa necessariamente de departamentos especiais como a Lava Jato para se debruçar sobre esses casos de corrupção, porque eles não irão acabar. Portanto o próprio estado terá que aparelhar os seus departamentos a fim de executar e desenvolver a contento todas as obrigações a que for solicitado.

De outra maneira, e do jeito que que estas situações estão sendo desenvolvidas, cai-se fatalmente em desmandos de toda a ordem, como está acontecendo, levando-nos a tristes recordações do passado, como o Tribunal do Santo Ofício, a Inquisição, a própria Revolução Francesa que desembocou na ditadura imperial de Napoleão Bonaparte, ou mais recentemente, no triste período nazista de Hitler ou do sanguinário Lenine.

Jamais iria compartilhar um texto que incita à violência, seja a que pretexto for. Em nome do bom senso e do discernimento é que estou ocupando uma boa parte do meu precioso tempo para alertar para o perigo, já por demais evidenciado, de se usarem as redes sociais sem o mínimo senso de responsabilidade, quando deviam ser usadas, ao invés, com mensagens de apaziguamento das tensões sociais, do equilíbrio, da paz, do amor, por excelência.

Em nome da harmonia e dos postulados da doutrina espírita, que prezo em seguir e praticar, que diz: que cada um colherá aquilo que plantar, não nos preocupemos tanto com as maldades e prevaricações de terceiros, que não ficarão imunes ao crivo do tribunal divino, do qual ninguém ficará isento.

Baixemos as armas da agressão gratuita e exploremos as armas da argumentação respeitosa, sobretudo a que iremos ter no próximo pleito.  Essa sim, será a melhor arma que podemos manusear contra tudo e contra todos, votando nas pessoas que realmente mereçam a nossa confiança absoluta.

Lutemos pela implantação do estudo religioso nas escolas, mesmo como país laico, de mentira, porque respeita feriados católicos, mas obedecendo a profundos estudos para implementá-lo sem ferir susceptibilidades. É muito cómoda a abstenção, sem conduzir a resultados positivos.

Lutemos pela implantação do estudo da filosofia existencialista espírita, nas escolas, a única que nos ensina de onde viemos, porque viemos e para onde iremos.

Lutemos pela plena dignidade, equilibrando as diferenças económicas abissais que prevalecem.

Lutemos pela transformação prisional em departamentos de regeneração dos condenados.

Lutemos por uma melhor qualificação dos professores e respectivas regalias sociais e econômicas.

Lutemos por um aparelhamento policial mais eficaz e humano de transformação social e não de pura repressão, durante 24,00 horas.

Lutemos por eliminar mordomias exageradas nos variados quadrantes governamentais e políticos, passando por diminuir drasticamente o montante salarial e regalias exorbitantes, afrontando as classes mais desfavorecidas.

Lutemos por uma política de saúde mais austera nas escolas, onde se constata uma vergonhosa exibição de professores e alunos acima, bem acima do peso, alguns casos refletindo já obesidade, com prejuízos avassaladores para os próprios e para a sociedade.

Lutemos pela plena democracia!

Lutemos pelos ideais democráticos!

Lutemos pela moral!

Lutemos pela liberdade, igualde e fraternidade!

Lutemos pelo Brasil Universal!

Lutemos pelo AMOR!

Alberto Maçorano

 

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