Na questão 344 de “o livro dos espíritos” vamos encontrar que a união do espírito ao corpo se inicia na concepção – acho muito interessante a palavra “concepção”, porque não quer obrigatoriamente significar “ato sexual” – ao que você deve estar se referindo como “natural”.

Quando existe a junção do óvulo com o espermatozoide artificialmente (in-vitro), e dalí surge o embrião, ou zigoto, também existe naquele processo a “concepção” mencionada anteriormente e, por consequência, um espírito ligado àquele embrião. Veremos entretanto, ainda na mencionada questão, como na 345 e 353, que esta união não é definitiva e que o espírito não estará habitando o corpo até o nascimento propriamente dito, mas que já existe, desde a concepção, um espírito ligado àquele feto.
Desta forma é Lei Natural que todo ser humano vivo, após o nascimento (seja por um minuto ou por muitos anos), tenha um espírito habitando seu corpo. Caso contrário não seria um ser humano, e sim um corpo animalizado (Questão 354).
Nada na criação é sem sentido ou por acaso; assim como Deus não nos daria a capacidade de efetuar determinados procedimentos científicos se não fossem para o bem da humanidade. Veja quantas pessoas que não tinham a capacidade de engravidar naturalmente e que agora dispõem desta oportunidade – é a lei do progresso derrubando as barreiras e as limitações do ser humano.
Procedimentos de inseminação artificial e fertilização in vitro são aceitos no paradigma médico-espírita?
O paradigma médico-espírita é incondicionalmente a favor da vida e vê como legítimo o desejo de gerar descendentes biológicos e passar pela incrível experiência da gravidez, pois sabemos que a motivação para esse desejo é bastante complexa e envolve fatores biológicos, sociais, conjugais e espirituais. Sendo assim, somos a favor de todo esforço legítimo de dar a esses casais a oportunidade de ter seus filhos biológicos.
O que não podemos entender nem aceitar é o paradoxo que temos observado nos grupos de reprodução assistida, onde o embrião, tão desejado e obtido com tanto esforço, sofrimento e dispêndio financeiro, é tão desprezado e desqualificado a partir do momento em que se consegue uma gestação de sucesso. Descartar embriões ou utilizá-los para qualquer fim que não a reprodução, a chamada “redução”, em que são mortos os embriões “excedentes” implantados no útero, são atos contra a vida e a dignidade humana, tomados, justamente, por aqueles que lutam para promovê-la, o que, em minha opinião, pode ampliar os “débitos” daqueles que estão envolvidos no problema e na sua solução.
Lutamos pela normatização ética da reprodução humana assistida, disciplinando a geração dos embriões, produzindo-se e implantando-se no útero apenas aqueles que se pretenda utilizar e promovendo a adoção dos embriões já formados e cujos pais não desejem utilizá-los. Alguns países da Europa já tomaram essas atitudes.
-fonte:
(Associação Médico-Espírita do Brasil, realizado em 2009, em Porto Alegre (RS), com palestra proferida pelo dr. Décio Landoli Júnior, cirurgião do aparelho digestivo e membro da AME-Mato Grosso do Sul, com o qual a Folha Espírita conversou).
Sabemos através das sábias palavras dos Espíritos do Mundo Maior que entidades oriundas de Alcione estão encarnando na Terra, com a digna missão de mudar os velhos paradigmas humanos e proporcionar uma nova ordem social às nações em humanidade.
Essas entidades espirituais que não possuem os vícios humanos ou os carmas presentes nas personalidades humanas, encarnam em corpos mais perfeitos, sem deficiências genéticas, como podemos observar na narrativa de Philomeno de Miranda, no Livro Transição Planetária, psicografia de Divaldo Pereira Franco; essas entidades com o auxílio dos espíritos geneticistas, têm contribuído com o avanço da medicina terrestre, inspirando os cientistas do projeto GENOMA, como a descoberta da fecundação in-vitro (bebê de proveta).
Nos relatos que os espíritos nos fazem, afirmam que nas três ultimas décadas têm se utilizados dessas técnicas para planejarem as reencarnações em massa das almas nobres que renunciaram aos seus mundos de esplendor e amor. Em outro capítulo do mesmo livro, Philomeno de Miranda relata que os antigos missionários do período da renascença, dentre tantos outros, estarão reencarnando, contribuindo para esta fase delicada de mudança de paradigmas.
As revelações dos abnegados espíritos nobres, sobre os clones espirituais de entidades malignas que se manifestam nas sessões mediúnicas, passando-se por espíritos conhecidos na Terra, objetivando disseminar a discórdia e impedir o progresso da humanidade, dão-nos conta de que essas entidades também estão sendo recambiados para outros mundos mais inferiores.
-fonte: Instituto de Cultura Espírita de Florianópolis-

Postado por Ana Maria Teodoro Massuci, em 08/05/17, na Rede Espirit Book