Se viesse a levantar o véu que no-los oculta, vê-los-íamos em redor de nós, indo e vindo, seguindo-nos, ou nos evitando, segundo o grau de simpatia; uns indiferentes, verdadeiros vagabundos do mundo oculto, outros muito ocupados, quer consigo mesmos,

quer com os homens aos quais se ligam, com um propósito mais ou menos louvável, segundo as qualidades que os distinguem. 
Numa palavra, veríamos uma réplica do género humano; com suas boas e más qualidades, com suas virtudes e seus vícios. 

Esse acompanhamento, ao qual não podemos escapar, porque não há recanto bastante oculto para se tornar inacessível aos Espíritos, exerce sobre nós, malgrado nosso, uma influência permanente. 

Uns nos impelem para o bem, outros para o mal; muitas vezes as nossas determinações são resultado de sua sugestão; felizes de nós, quando temos juízo bastante para discernir o bom e o mau caminho por onde nos procuram arrastar.” 

Por Estudos Espíritas
Irmãos da Nova Era Espírita

Postado por Ana Maria Teodoro Massuci, em 26/12/17, na Rede Espirit Book