FELIZ DIA DOS PAIS A TODOS AQUELES QUE TIVERAM O PRIVILÉGIO DE SER CHAMADOS DE PAI, BIOLÓGICO OU ADOTIVO.

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Independentemente da simbologia do dia, é um desempenho que exige deveres, obrigações e responsabilidades; sabedoria e bom senso. Infelizmente isso ainda não é apanágio de todos os que se intitulam como tal. Por fatores os mais diversos,em muitos lares não há uma conjugação perfeita no relacionamento entre pais e filhos. Por razões várias não existe, por vezes, o conhecimento suficiente de pais para transmitirem uma boa educação para os filhos. O tema teria desdobramentos muito longos e profundos. Pior do que tudo são os maus tratos que chegam ao cúmulo, em muitos casos, por esse mundo afora de pais matando filhos e vice-versa. Isso é que é inconcebível.

Não estamos aqui para dar lições de moral para ninguém. Nós também somos imperfeitos caminhando para a perfeição nos milénios que temos pela frente.

A mensagem que gostaria de deixar neste espaço, sobretudo para aqueles que me seguem e que gostam das minhas postagens é simplesmente a reprodução das palavras de Cristo ao dizer que o “amor cobre uma multidão de pecados”. É certo que o conhecimento do espiritismo evidencia mais essa máxima. Mas, para todos, independentemente de seguirem ou não o espiritismo, que o relacionamento entre pais e filhos seja alicerçado sempre pelos mais sagrados laços do amor sincero e verdadeiro. É o quanto basta para anular todas as imperfeições, defeitos, carência e lacunas que possam existir. Feliz dia dos pais.

Fiquem agora com duas músicas extraordinárias de dois cantores mais extraordinários ainda que refletem essa união e esse dia: Roberto Carlos e Fábio Júnior.

Alberto Maçorano

Esses seus cabelos brancos, bonitos
Esse olhar cansado, profundo
Me dizendo coisas, um grito
Me ensinando tanto, do mundo
E esses passos lentos, de agora
Caminhando sempre ,comigo
Já correram tanto, na vida
Meu querido, meu velho, meu amigo

Sua vida cheia, de histórias
E essas rugas marcadas, pelo tempo
Lembranças de antigas, vitórias
Ou lágrimas choradas, ao vento
Sua voz macia, me acalma
E me diz muito mais, do que eu digo
Me calando fundo, na alma
Meu querido, meu velho, meu amigo

Seu passado vive, presente
Nas experiências, contidas
Nesse coração, consciente
Da beleza das coisas, da vida
Seu sorriso franco, me anima
Seu conselho certo, me ensina
Beijo suas mãos, e lhe digo
Meu querido, meu velho, meu amigo

Eu já lhe falei de tudo,
Mas tudo isso é pouco
Diante do que sinto

Olhando seus cabelos tão bonitos,
Beijo suas mãos e digo
Meu querido, meu velho, meu amigo (bis)