“Certa vez perguntaram a uma mãe qual era seu filho preferido, aquele que ela mais amava. E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu: “Nada é mais volúvel que um coração de mãe. 

E, como mãe, lhe respondo: o filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma… É o meu filho doente, até que sare. 

O que partiu, até que volte. O que está cansado, até que descanse. O que está com fome, até que se alimente. O que está com sede, até que beba. . O que está estudando, até que aprenda. O que está nu, até que se vista. O que não trabalha, até que se empregue. O que namora, até que se case. O que casa, até que conviva. O que é pai, até que os crie. O que prometeu, até que se cumpra. O que deve, até que pague. O que chora, até que cale. E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou: O que já me deixou… …até que o reencontre…”

por Ana Maria Teodoro Massuci, em 08/05/18, na Rede Espirit Book