Quanto mais confortável se sinta cada um em relação a adoção e seu entorno, tanto mais confortável se sentirá a criança adotada. O contexto de adoção inclui um meio ambiente de socialização da criança: a estrutura familiar e a pratica geral de criar crianças, as atitudes familiares relativas à adoção e comportamento, e a atitude geral cerca da adoção em uma comunidade grande.

Este contexto pode ajudar a saber como um indivíduo vai viver ao ser adotado. Este meio ambiente familiar começa desde que a criança é trazida à casa. É melhor para os filhos adotivos não recordar nunca uma época na que não sabiam que eram adotados. O fato de que os pais aceitem a adoção como parte da vida de seu filho o motiva a desenvolver um sentimento similar. É decisivo que as crianças saibam este fato por boca de seus pais, e que eles apresentem os dados de forma positiva e aberta.

A VERDADE DESDE O PRIMEIRO DIA DA ADOÇÃO!

O que se recomenda é que desde o primeiro dia em que a criança adotada chega ao novo lar deve começar a se praticar uma serena franqueza em relação a adoção. A parte de conscientizar a seu filho de que foi adotado, a discussão sobre a adoção tem dos propósitos principais.

O primeiro é criar um sentimento dentro da família de que a adoção é um assunto de conversa. As crianças podem não entender o que significa ser adotado, mas sim entendem que os pais se sentem confortáveis falando nisso. O segundo propósito é lhe dar aos pais a oportunidade de praticar sobre um assunto que envolve sensibilidade e aspectos dolorosos.

No começo é comum ter dificuldades na discussão de alguns aspectos da adoção. Isto é o que lhe dá mais sentido a fazê-lo primeiro com uma criança pequena, quem não está muito atento, a diferença de uma criança maior. Que tão livres se sintam de perguntar, dependerá quase inteiramente da segurança que sintam seus pais como pais adotivos.

Postado por Ana Maria Teodoro Massuci, em 08/05/17, na Rede Espirit Book