Queridos irmãos, que a paz esteja com todos nós. Agradecemos a Deus e a Jesus essa oportunidade de dividir esse momento com vocês.

Esperamos que o trecho “escolhido” para hoje, possa render boas reflexões para nossa jornada diária.
“O PARENTESCO CORPORAL E O PARENTESCO ESPIRITUAL.
Os laços de sangue não estabelecem, necessariamente, os laços entre os espiritos. O corpo procede
do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porque o Espirito existia antes da formação do corpo; não foi o pai quem criou o Espirito do filho, ele não fez senão fornecer-lhe um envoltório corporal, mas deve ajudar o seu desenvolvimento intelectual e moral, para o fazer progredir.
Os Espiritos que se encarnam numa mesma família, sobretudo entre parentes próximos, são o mais frequentemente, Espiritos simpáticos, unidos por relacionamentos anteriores que se traduzem por sua afeição durante a vida terrestre; mas pode ocorrer também que esses Espíritos sejam completamente estranhos uns aos outros, divididos por antipatias igualmente anteriores, que se traduzem da mesma forma por seu antagonismo na Terra, para lhes servir de prova. Os verdadeiros laços de família não são, pois, os da consanguinidade, mas os da simpatia e da comunhão de pensamentos que unem os Espíritos antes, durante e após sua encarnação. De onde se segue que dois seres nascidos de pais diferentes, podem ser mais irmãos pelo Espírito do que se o fossem pelo sangue; podem se atrair, se procurar, dar-se bem juntos, enquanto que dois irmãos consanguineos podem se repelir, como se vê todos os dias; problema moral que só o Espiritismo podia resolver pela pluralidade das existências.”(CAP IV, n.o 13).

Que Deus nos abençoe!

 

Postado por Ana Maria Teodoro Massuci, em 16/02/17, na Rede Espirit Book