Há mais de 400 anos, Galileu, com condições mínimas, viu as listras de Júpiter e descobriu 4 de seus principais satélites — as não à toa chamadas “luas de galileu”. Imagine se ele estivesse vivo e visse as novas imagens divulgadas pela Nasa do gigante gasoso. 

A sonda Juno está desde 2016 na órbita do astro tirando fotos e captando informações para que os cientistas tentem entender a origem e a evolução do maior planeta da nossa galáxia 

 — mapeando campo genético, procurando compostos e fornecendo imagens a uma distância nunca antes vista.

Não há muito mais a ser dito sobre a missão que já não contamos antes — você pode conferir aqui detalhes sobre os ciclones vistos na superfície do planeta, e aqui você entende sobre os pólos (ou a bunda) do gigante. A novidade, agora, são as imagens. Usando uma câmera chamada JunoCam, a última aproximação máxima da sonda e de Júpiter (no momento em que eles ficam a apenas 4 mil quilômetros de distância) foi em 1º de abril, e gerou fotos surpreendentes divulgadas nesta semana — nuvens turbulentas que mais parecem pinturas de Van Gogh. 

 

Nosso comentário: temos a espiritualidade ao nosso dispor. Em uma simples reunião mediúnica, sem gastar um centavo, sem qualquer espalhafato, podemos saber na íntegra, todos esses questionamentos e dúvidas que a ciência mantém e teima em seguir pela sua arrogância e convencimento.

Alberto Maçorano