As dificuldades até agora intransponíveis no controle do mosquito Aedes Aegypti apontam para a necessidade da criação de vacinas eficazes contra a zika, a dengue, a febre chikungunya e, naturalmente, a febre amarela. O Aedes é o vetor de todas estas doenças.

                Já começaram nos Estados Unidos estudos para a imunização contra a zika, que tem a microcefalia como uma de suas graves consequências.

                A vacina contra a dengue, que começa a ser instituída, ainda de forma incipiente, no Brasil, continua em testes pelo Butantã. Há uma, de laboratório multinacional, que comprovadamente protege com 60% de eficácia contra os quatro tipos de vírus, mas ainda não é usada de maneira massiva.

                Agora, a morte de um sagui, comprovadamente portador do vírus da febre amarela, na praça Camões, no coração de Ribeirão Preto, faz a Divisão de Controle de Vetores convocar a população para a imunização geral, de crianças a adultos, contra a febre amarela.

                Felizmente, esta vacina, que vem sendo usada desde 1937, tem dado bons resultados. Tão bons, que tivemos apenas surtos localizados de febre amarela em humanos, desde então. Há muito se considera a doença praticamente erradicada.

                Mas como os macacos ainda são sujeitos a ela e o vetor está, além de vivo, senhor territorial da situação, é preciso usar esta arma inabalável. Vacinem-se.

Editorial do jornal “A Cidade”
Ribeirão Preto, 25/10/16

Nosso comentário: ouvia muito em criança, quando no ambiente familiar, dois ditados antigos que a minha mãe, de vez em quando, proferia: “vale mais cair em graça do que ser engraçado” e outro, também significativo: “é mais fácil um burro entrar na razão do que um teimoso”. Vêm a “talhe de foice”, a propósito do tema do editorial em questão, onde se menciona: “Já começaram nos Estados Unidos estudos para a imunização contra a zika, que tem a microcefalia como uma de suas graves consequências”.

                Já tive a oportunidade de enviar vários comentários sobre este assunto, mas o jornal, ao invés de abrir um amplo debate sobre o assunto, para tirar conclusões mais acertadas, vai no embalo de alguns setores da medicina e científicos, completamente equivocados, mas que se julgam os detentores da verdade.

                É triste, quando, em pleno século XXI, ainda deixamos que o coração fale mais alto do que a razão. É fato que o conhecimento adquirido pela filosofia existencialista que nos é dada pela doutrina espírita, comprovada por outros ângulos científicos, que a microcefalia é uma doença, ou melhor, um processo kármico de regeneração do espírito, mas esse jornal e a grande mídia em geral, insiste em ignorar essa filosofia existencialista e o espiritismo em particular. E ainda dizem que não existe preconceito, enganando a população desprovida de conhecimento e provocando o pânico nas populações menos esclarecidas.

                É essa a a preocupação desse jornal? São esses os postulados que determinam o vosso foco jornalístico?

                Sejam humildes e corajosos, o suficiente, para informar que isso não é verdade. A verdade acima de tudo.

                O conhecimento liberta da ignorância! Esse o verdadeiro foco de qualquer veículo de mídia que trabalhe em prol do esclarecimento de fato.

 Alberto Maçorano

 

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