Foi divulgada ontem no Diário Oficial a decisão da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) de autorizar o funcionamento do aeroporto de Cláudio, interior de Minas Gerais, para tráfego aéreo de jatinhos e aviões de pequeno porte pelos próximos dez anos.

Com 1 km de extensão, a pista, que está localizada em terreno desapropriado que foi do tio de Aécio, foi construída pelo governo mineiro na gestão do atual senador tucano a um custo de R$ 14 milhões aos cofres públicos.

O valor da obra de Cláudio é de quase três vezes a média de recursos aplicados em outros 11 aeroportos onde também foram feitas obras de ampliação.

Este assunto gerou a principal crise na campanha de Aécio Neves à presidência da República, em 2014.

Nosso comentário: por esta situação, os zelosos Procuradores da República não vão atrás. O “bode expiatório” chama-se Lula. Depois ainda chamam a isto: justiça? É a isto que chamam justiça isenta? Por favor, senhor Moro, acho que o senhor está equivocado ou é daltónico, porque só vê a cor vermelha do PT. Então seria prudente ir ao oftalmologista fazer um tratamento. Talvez, depois, possa fazer uma justiça isenta para todos os implicados na corrupção. Até ao momento, não se vislumbrou nenhuma situação que se possa deduzir que Lula é corrupto ou, pior, usar de todos aqueles nomes, denunciados pela hipocrisia daquele outro colega do senhor Moro, dizendo que Lula era o comandante,etc., e tal. É muita pretensão e “folga de mais” fazer uma acusação leviana e sem provas. Aonde pretendem chegar esses pretensos moralistas? É a pergunta que muitos gostariam de fazer? É assim que querem acabar com a corrupção, apontando o dedo em riste apenas para o Lula, PT e Dilma? Se ninguém está acima da lei como badalam alguns “justiceiros”, quem põe freio a esses senhores procuradores? Então eles são os únicos que estão acima da lei. Por isso podem fazer o que bem entenderem. É isso que se designa por democracia?  Os fatos são tão evidentes, que só os “cegos” parciais não conseguem enxergar. Aguardemos para ver o resultado final da Ópera.

Alberto Maçorano