É indispensável, inadiável, urgente que se restabeleçam os cursos de educação mediúnica, as sessões experimentais, as reuniões de desobsessão, de doutrinação e o desenvolvimento das diversas formas de intercâmbio, seja através da psicofonia, da psicografia, 

da mediunidade curativa, e até mesmo do estudo visando o aprimoramento dos chamados fenômenos físicos.

E que isso seja feito de modo accessível ao mundo, de forma que as pessoas do vulgo possam tomar conhecimento, participar, se envolver, se beneficiar disto! Cada centro, por maior ou mais simples que possa ser, reúne, pelas bases fornecidas pela Codificação, os meios, a orientação e o aparelhamento suficientes para oferecer essa atuação, com segurança, com benéfica ação, tirando a venda da descrença dos cépticos e descrentes empedernidos. Se em algum tempo ou lugar, houve utilização errada, corrijamos, dentro do preceito ciceriano, “abusus non tollit usum”- o abuso não impede o uso.

A consciência universal que deve nortear o encaminhamento do que quer ser espírita e recebe esse maravilhoso legado o obriga a semear em todos os terrenos, a sabedoria desse insubstituível e impostergável intercâmbio. Assim o espiritismo precisa penetrar como óleo balsâmico em todos os poros do tecido social. Nós precisamos ser o “sal da terra”, e oferecer o tempero da convicção plena a todos os assuntos, pessoas, lugares, doutrinas, religiões, grupos!

Precisamos dar a oportunidade aos que vieram com a missão mais dilatada do mediunato, para que possam em suas comunidades, em suas seitas e religiões, de gerar a realidade do mundo invisível, falar da perfeita Justiça Divina via Reencarnação, revelar o inexpugnável expediente do Perdão dentro da Lei de Causa e efeito, demonstrar, com lógica e razão, com certeza inequívoca, a eternidade do ser, em nossa caminhada evolutiva. Nós espíritas, temos as respostas que a Humanidade necessita! Só a bendita Doutrina espírita pode fazer isso, hoje! E não podemos nos furtar em não oferecer à essa mesma gleba o conhecimento e a consciência que recebemos generosamente, por méritos ou por misericórdia.

É preciso abrir os corações, as mentes e também as portas. É preciso chamar os cultores dos credos africanos, e fraternalmente mostrar-lhes a simplicidade das comunicações interseres encarnados e não, a fim de que, sabedores desses novelos, possam se livrar de práticas desnecessárias, ritualísticas e sem função. Precisamos agregar em torno de nós os que possuem e praticam a mediunidade de modo equivocado, comercial, mercantil, mostrando-lhes, fraternal e zelosamente, como mudar o proceder, não enxotá-los!

Com o coração receptivo, necessitamos convidar os pastores, os padres, os rabinos, os ateus, os muçulmanos, os hinduístas, os orientais, os esotéricos, os chamados evangélicos, todas as vertentes da fé, não para transformá-los em prosélitos, mas para que tomem conhecimento da essência espiritual, dos itens já mencionados, trazidos à lume para a consciência de todos, na Terceira Revelação. É importante que eles saibam, conheçam, ainda que, de pronto não creiam. Sabendo, oportunamente crerão. O tempo é o senhor da razão, e quando estes que disto tomarem ciência, retornarem ao mundo espiritual terão dentro de si a semente da Verdade já germinada, e a realidade espiritual não lhes será nem sofrida nem surpreendente, como hoje ocorre, aos borbotões, em grande parte, por nossa omissão e ausência.

Cada ser humano tem aptidão e suficiência para a aquisição de conhecimentos superiores, não sendo a evolução vedada a quem quer que seja. Mas, que a iniciativa seja nossa, que o movimento espírita intermedeie isso, com a intenção clara e pura de ouvir e falar, de revelar e também absorver novos conhecimentos, visto que, se o espiritismo é o que de mais evoluído conhecemos, não é o final da linha da sabedoria, disto todos temos convicção.

Quando o abençoado professor lionês judiciosamente compila “O Evangelho Segundo o Espiritismo” deixava para nós, os pósteros, a mensagem de que também é necessária a versão do “O Corão Segundo o Espiritismo”, ” O Torah na visão Espírita”, “O Tao dentro da realidade espiritual”, e assim por diante.

Ao delinear a senda de atitude do profitente espiritista, Kardec concita e determina: Amai-vos e instruí-vos! Temos obrigação de seguir essa regra, na ordem proposta de amando sempre primeiro. E a prática do amor não se coaduna com a cisão, o distanciamento, a discriminação de quem quer que seja, sob quaisquer pretextos, pois estes são os irmãos que esperam de nós a orientação e o encaminhamento, como em algum tempo atrás tivemos a oportunidade de recolher também.

Quando me foi ofertada a bênção da visão física, pela manifestação daquele instrumento mediúnico, naquele modesto e singelo centro, deveria ter me preocupado mais com a cegueira da alma, também. A propósito, a entidade que me socorreu naquele tempo era representada por uma carinhosa e iluminada preta velha.
Juvanir Borges de Souza- espírito

Mensagem recebida pelo médium Arael Magnus, em 13 de abril de 2015, no Celac- Formosa- Goiás. Fale com Arael Magnus pelo fundoamor@gmail.com

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E para corroborar a mensagem, uma outra informação de outra fonte:

O VALE DOS ESPÍRITAS

vale-dos-espiritas

Livro Vale dos Espíritas

Compre aqui: http://edconhecimento.com.br/?livros=o-vale-dos-espiritas

Sim, há um vale, no plano astral nada superior, denominado “Vale dos Espíritas”, em cujos limites se encontra uma cidade, mais como um vilarejo, de almas que saíram desse vale e criaram uma comunidade atrasada, de almas ainda sintonizadas no orgulho e na vaidade…

As histórias dos habitantes dessa cidade, todas verídicas, são contadas com realismo e na forma de narrativas impressionantes, pelo espírito Atanagildo, em um livro recebido pelo médium Sávio Mendonça, intitulado…”O VALE DOS ESPÍRITAS, da Editora do Conhecimento.

Essa obra estará sendo lançada por ocasião do VI Seminário Ramatís do Sul do Brasil, em Porto Alegre, no dia 26 de abril (domingo) próximo.

Eis parte do texto final de Ramatís, que supervisiona a obra:

“Não são todos os egressos de grupos espíritas, umbandistas ou espiritualistas que ao desencarnar irão para o Vale dos Espíritas e para a Cidade dos Nobres. Há irmãos oriundos das várias doutrinas e agrupamentos de trabalhos espirituais que têm ido para planos superiores e outros para zonas intermediárias do astral.

Entretanto, há muitos que chegam em condições difíceis, em termos de saúde espiritual. Muitos têm sido assistidos em hospitais e casas de recuperação no umbral ou no limiar deste com o astral intermediário, e muitos outros têm sido atraídos para o Vale dos Espíritas, onde ficam vagando por anos e décadas, e alguns têm ido depois ou quase diretamente para a Cidade dos Nobres.

As pessoas, ao desencarnar, são naturalmente atraídas para locais no plano astral condizentes com seus respectivos padrões vibratórios, quaisquer que sejam suas origens, crenças e as experiências que tiveram ao longo do tempo em que estiveram encarnadas. As insígnias conquistadas na Terra só valem para as relações sociais ainda primárias da Terra. O que se carrega para qualquer lugar no Universo são pensamentos e sentimentos cultivados. No plano físico ficam os atos praticados nesse ambiente, que demandarão futuras correções cármicas, e portanto, retorno ou retornos reencarnatórios. É natural que a própria consciência de cada um cobre de si, conforme o cabedal de conhecimentos adquiridos”.

E ainda temos este livro aqui psicografado pelo espírito Atanagildo, médium Sávio Mendonça – http://edconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2015/04/O-Vale-dos-…

http://consciencial.org

Postado por Nilza Garcia, em 18/08/17, na Rede Espirit Book