Arquivo para Janeiro, 2016

Não critique – Minutos de sabedoria (01)

Não critique!

Procure antes colaborar com todos, sem fazer críticas.

A crítica fere, e ninguém gosta de ser ferido.

E a criatura que gosta de criticar, aos poucos, vê-se isolada de todos.

Se vir alguma coisa errada, fale com amor e carinho, procurando ajudar.

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Sem choro nem vela

Em uma semana, sete assassinatos em Ribeirão Preto. Um por dia. É mais uma onda de violência que inclui, sempre, passagens pela rota do tráfico urbano de drogas.

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Metamorfoses

No seu livro “Fantastic Metamorphoses, Other Worlds” a inglesa Marina Warner lembra que Platão encerra a sua “República” com a descrição

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Só a informação pode deter a hanseníase

A grande arma para combater esta doença, felizmente, está em nossas mãos – é a informação.

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A história de Portugal

D.Sebastião – rei de Portugal, o último monarca da dinastia de Avis, substituída, depois, pela dinastia de Bragança, cujo último descendente no trono brasileiro foi Pedro II – foi lutar nas Cruzadas, em 1578. Esperava-se que ele voltasse e reassumisse o poder em Portugal.Como, na verdade, ele nunca mais voltou, seus sucessores – todos, sem exceção, da dinastia de Bragança – tornaram-se apenas guardiães da coroa. Jamais a usaram na cabeça, numa figuração traduzida num símbolo que a nação portuguesa passou a entender e sobretudo

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Colonização

A conversa é antiga. Eu mesmo – nos tempos idos – ouvi, não poucas vezes, que o Brasil quedou-se no país que todos conhecemos por causa de a colonização ter sido feita por Portugal.Não foram poucos os analistas – muitos ainda pensam assim – que diziam que, se Maurício de Nassau, príncipe holandês, tivesse tomado todo o país para colonizar e não apenas o nordeste, o Brasil seria, hoje, muito mais desenvolvido, económica e socialmente.O mesmo ocorreria, caso a colonização fosse obra da Inglaterra, esquecendo-se de que a Guiana inglesa foi colonizada

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Se lhe parece…

Contra fatos, há argumentos. Os fatos incomodam, desmistificam, desmentem. Os argumentos mascaram interesses. O fato é concreto. É algo constatado e óbvio pela realidade objetiva. O argumento é fruto do raciocínio, pode ser usado para levar à indução ou dedução do que se pretende convencer. Os fatos são praticamente imutáveis. Os argumentos podem ser mudados de acordo com a razão ou desejo de cada interessado. Para Sartre, o inferno são os outros. Se o “outro” apresenta fatos que contradizem a nossa visão de mundo, criando o inferno ideológico, apela-se aos argumentos para refutar a realidade.

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Barriga cheia – Moradores de rua têm ceia na Catedral…

Paroquianos da Catedral Metropolitana de S. Sebastião de Ribeirão Preto, acompanhados do padre Francisco Jaber, promoveram uma ceia

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Prólogo – O primeiro poderoso – SUMÉRIA – 3600 AC

Os Sumérios eram uma raça proto-indo-europeia que se tinha implantado no vale mesopotâmico por volta do ano 8500 AC, vindo das margens do mar Cáspio, atravessaram o planalto do Irão,alcançando o vale que os dois rios irmãos, Tigre e Eufrates, ladeavam. Eram vários clãs da mesma raça, que se tornaram sedentários durante o período neolítico, dedicando-se à agricultura. Não tinham, em 3600 AC, nenhuma unidade política. A Suméria era constituída de dezenas de pequenos vilarejos e algumas poucas aldeias predominantes. Os vilarejos tinham de cem a trezentas pessoas e as aldeias maiores atingiam os três mil habitantes. Essas localidades espalhavam-se às margens dos rios Tigre e Eufrates, que eram muito irregulares durante as cheias. Ambos nasciam nas distantes montanhas Taurus, na Ásia Menor e o nível de suas águas dependia do degelo das neves acumuladas no alto dos montes.

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Um ano para esquecer – 2

Tudo vai mal no Brasil. Estamos vivendo os piores momentos de todos os tempos. Os 54 milhões de eleitores responsáveis por este desmantelo devem estar arrependidos e envergonhados pela tamanha covardia que

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